April 18, 2011

SQL – Uniqueidentifier vs. IDENTITY

Primeiro, para aqueles que não estão familiarizados com o tipo de dados uniqueidentifier, aqui vai os detalhes:

Uniqueidentifiers também são referidos como GUIDs. (Globally Unique Identifier)
Ou seja, a chamada de API que retorna um GUID é garantida para sempre retornar um valor único no espaço e no tempo.
Para obter um GUID no SQL Server, você chamar a função NEWID().
O tipo de dados uniqueidentifier no SQL Server são armazenados nativamente como um valor de 16 bytes binários.
Este é um exemplo de um GUID formatado: B85E62C3-DC56-40C0-852A-49F759AC68FB.

DECLARE @GUID uniqueidentifier
SET @GUID = NEWID()
INSERT Item VALUES (@GUID,'Valor')

A principal vantagem de usar GUIDs é que são exclusivos em todos os espaço e tempo. Isto é útil se você estiver consolidando os registros de vários servidores SQL em uma tabela, como em um data warehouse situação. GUIDs são também muito usado por replicação do SQL Server para acompanhar as linhas quando eles estão espalhados entre vários servidores SQL.

A principal desvantagem de usar GUIDs, como valores fundamentais é que eles são grandes. Aos 16 bytes.

Para uso em aplicativos web que usam a ID em Session, Cookie e QueryStrings o recomendado é o UniqueIdentifier, por ser único.

April 18, 2011

Como configurar a reciclagem periódica de um pool de aplicativos no iis7

A Reciclagem de um pool instrui o IIS a retirar qualquer processo de trabalho atual automaticamente após ele ter executado as solicitações existentes. O benefício é que os usuários não verão uma interrupção nos serviços em seu computador, mas o processo de trabalho será substituído por um novo o mais rápido possível. Geralmente a reciclagem de pools de aplicativos é executada quando problemas como vazamentos na memória ou consumo de recursos tendem a aumentar significativamente com o tempo. Quase sempre, a causa dessa disfunção é um defeito ou outro problema no código do aplicativo. A solução ideal é corrigir o problema no aplicativo subjacente. No entanto, é possível resolver pelo menos os sintomas usando a Reciclagem.

Em alguns casos é possível reciclar automaticamente processos de trabalho com base no uso de recursos ou em momentos específicos. Você pode acessar essas opções conforme o tutorial abaixo.

1. Abra o IIS 7/7.5

2. No Painel selecione “Application Pools” (ou Pools de Aplicativos em pt-br)

3. Em Application Pools selecione o Pools desejado e clique com o botão direito e clique em Recycling (ou Reciclagem em pt-br)

4. Na janela Recycling Conditions (ou “Condições de Reciclagem”) do Edit Application Pool Reciclagem Settings Wizard ( ou Assistente de Configurações da Reciclagem do Pool de Aplicativos), seleciona-se pelo menos uma das opções na seção intervalos fixos, digite os valores nas caixas de texto apropriado, e então clique em Avançar, conforme imagem abaixo:

As principais opções de configurações de reciclagem são Fixed Intervals (que é baseada em momentos específicos ou após uma quantidade fixa de solicitações serem processadas) ou Memory Based Maximums. As opções mais apropriadas dependerão dos problemas específicos que você estiver tentando solucionar ou evitar. Em geral a reciclagem de pools de aplicativos pode reduzir o desempenho muito rapidamente. No entando, quando um aplicativo Web tem problemas sérios, é preferível resolvê-los através da reciclagem de processos de trabalho antes que os usuários percebam demoras ou erros no site.

5.  (Opcional) No Log de eventos de reciclagem você seleciona quais os eventos devem ser registrados no log, e, em seguida, clique em Concluir.

O registro de eventos de reciclagem de pool de aplicativos também é uma parte importante do processo para assegurar que o servidor Web e seus aplicativos sejam executados como esperado. Por exemplo, se você configurar os limites máximos de memória provavalmente vai querer saber a freuência com que o pool de aplicativos foi reciclado.

Também é possível fazer a configuração da reciclagem através do arquivo ApplicationHost.config usando o elemento <recycling>, estarei abordando em um futuro artigo.

 

April 2, 2011

Função para Validar Email em C#

public static bool ValidarEmail(string email)

{

bool validEmail = false;

int indexArr = email.IndexOf(‘@’);

if (indexArr > -1)

{

int indexDot = email.IndexOf(‘.’, indexArr);

if (indexDot > -1 && email.Length – 1 > indexDot)

{

validEmail = true;

}

}

return validEmail;

}

March 11, 2011

Entendendo as placas de carros na Rússia

O formato atual usa uma letra seguida de três dígitos e mais duas letras. Para melhorar a legibilidade dos números para os automóveis russos no estrangeiro, apenas um pequeno subconjunto de caracteres cirílicos que se parecem com os caracteres latinos são utilizados (12 letras: А, В, Е, К, М, Н, О, Р, С, Т, У , Х). Finalmente, o número da região (77, 97, 99, 177, 197 e 199 para Moscou, 78, 98 e 178 para São Petersburgo, etc) e as letras “Rus” estão incluídos, bem como a bandeira nacional  Há um formato diferente para reboques (2 letras e 4 dígitos).

O tamanho padrão para a placa é de 520 mm por 110 mm.

Alguns veículos, como tróleis, não são obrigadas a ter placas de licença, porque eles não podem deixar a rede operam sobre e pode ser identificado pelo número que é pintado e é dada pela autoridade de transportes públicos locais. Caminhões e ônibus geralmente têm seus números de licença pintados em letras grandes na parte traseira do veículo para facilitar a identificação (a prática continuada da época soviética), apesar de também ter placas de licença.

Veículos utilizados por algumas organizações ou categorias de pessoas carregam placas especiais:

  • As polícia têm um número especial sobre placas de cor azul e o formato é uma letra e quatro dígitos. A letra representa o ramo da força policial, eo seu significado pode mudar de cidade para cidade, por exemplo, em Moscovo, um ####| 99  para polícia de trânsito, ####| У 99 rus para carros de patrulha , O ####| 99 rus para o serviço de guarda policial,etc…
  • Carros Diplomáticos têm caracteres em branco sobre um fundo vermelho. Os três primeiros dígitos da placa é um código de identificação da embaixada a que pertencem, atribuídos em ordem com base na data em que o país estabeleceu relações diplomáticas com a Rússia ou a União Soviética. Por exemplo, o Reino Unido é 001, os Estados Unidos é 004, e no Paraguai é de 157. Em carros atribuída a classificação e arquivo-diplomatas esse código é seguido pelo D e três dígitos (por exemplo, 004 D 108 | 77 RUS), enquanto os carros embaixadores “tem um formato ligeiramente diferente da placa de licença (004 CD 1 | 77 RUS) .
  • As Forças Armadas têm caracteres em branco sobre fundo preto, o formato é LL NNNN para veículos e LL NNNN para reboques. Neste caso, os dois dígitos à direita não são um código regional, mas um código para o ramo das Forças Armadas ou do serviço e ir com uma combinação de letras certas. Por exemplo, # # # # CA | 14 rus é um veículo pertencente às tropas Ferroviários; # # # # BC | 27 rus denota a Defesa Aérea, # # # # A | 18 rus denota o Ministério de Situações de Emergência, etc
  • Veículos de transportes públicos (como ônibus, táxis e táxis licenciados partes) têm caracteres em preto sobre fundo amarelo eo formato é LL NNN. Uma vez que esses veículos são relativamente poucos, o código de região não mudam com freqüência, em Moscou, por exemplo, o amarelo “transporte público” placas são ainda emitidos com o código 77 em dezembro de 2009. (Nota: Este tipo não deve ser confundida com parecidas licença amarelo placas em formato NNN LL L, que foram emitidos para veículos matriculados a empresas estrangeiras que operam na Rússia, o último tipo já foi retirada).

Há séries especiais (geralmente números que começam com A) reservado para funcionários do governo (por exemplo, A 001 AA geralmente pertence ao governador da região). As matrículas para os funcionários do governo federal originalmente tinha uma bandeira maior, em vez do código regional, mas este tipo foi entretanto retirado também.

Ricos empresários, políticos proeminentes e os senhores do crime costumam usar ilegalmente adquiridos placas especiais (governo ou da polícia) para obter um tratamento preferencial por parte da polícia de transporte e como um símbolo de status.

Códigos das Placas (código acima da palavra RUS)

Código    Região
01     Republic of Adygea
02, 102     Republic of Bashkortostan
03     Buryat Republic
04     Altai Republic
05     Republic of Dagestan
06     Republic of Ingushetia
07     Kabardino-Balkar Republic
08     Republic of Kalmykia
09     Karachay-Cherkess Republic
10     Republic of Karelia
11     Komi Republic
12     Mari El Republic
13, 113     Republic of Mordovia
14     Sakha Republic
15     Republic of North Ossetia-Alania
16, 116     Republic of Tatarstan
17     Tuva Republic
18     Udmurt Republic
19     Republic of Khakassia
21, 121     Chuvash Republic
22     Altai Krai
23, 93     Krasnodar Krai
24, 84, 88, 124     Krasnoyarsk Krai
25, 125     Primorsky Krai
26     Stavropol Krai
27     Khabarovsk Krai
28     Amur Oblast
29     Arkhangelsk Oblast
30     Astrakhan Oblast
31     Belgorod Oblast
32     Bryansk Oblast
33     Vladimir Oblast
34     Volgograd Oblast
35     Vologda Oblast
36, 136     Voronezh Oblast
37     Ivanovo Oblast
38, 85     Irkutsk Oblast
39, 91     Kaliningrad Oblast
40     Kaluga Oblast
41, 82     Kamchatka Krai
42     Kemerovo Oblast
43     Kirov Oblast
44     Kostroma Oblast
45     Kurgan Oblast
46     Kursk Oblast
47     Leningrad Oblast
48     Lipetsk Oblast
49     Magadan Oblast
50, 90, 150, 190     Moscow Oblast
51     Murmansk Oblast
52, 152     Nizhny Novgorod Oblast
53     Novgorod Oblast
54, 154     Novosibirsk Oblast
55     Omsk Oblast
56     Orenburg Oblast
57     Oryol Oblast
58     Penza Oblast
59, 81, 159     Perm Krai
60     Pskov Oblast
61, 161     Rostov Oblast
62     Ryazan Oblast
63, 163     Samara Oblast
64, 164     Saratov Oblast
65     Sakhalin Oblast
66, 96     Sverdlovsk Oblast
67     Smolensk Oblast
68     Tambov Oblast
69     Tver Oblast
70     Tomsk Oblast
71     Tula Oblast
72     Tyumen Oblast
73, 173     Ulyanovsk Oblast
74, 174     Chelyabinsk Oblast
75, 80     Zabaykalsky Krai
76     Yaroslavl Oblast
77, 97, 99, 177, 197, 199     Moscow
78, 98, 178     Saint Petersburg
79     Jewish Autonomous Oblast
83     Nenets Autonomous Okrug
86     Khanty-Mansi Autonomous Okrug – Yugra
87     Chukotka Autonomous Okrug
89     Yamalo-Nenets Autonomous Okrug
94     Baikonur
95     Chechen Republic

February 27, 2011

Criptografando a QueryString de uma URL com ASP.NET C#

No desenvolvimento Web é muito comum utilizarmos querystrings para passar informações de uma página para outra.

Porém, em algumas situações o uso de querystrings pode tornar a aplicação vulnerável, permitindo que o usuário possa ter acesso a alguma informação a qual não deveria. Isso acontece em função da curiosidade do usuário, que na base da tentativa, pode alterar o valor da querystring.

Mostrarei uma maneira de inibir esse tipo de ação, utilizando uma rotina de criptografia simples, mas bastante útil, que permitirá criptografar e descriptografar a informação que será passada via querystring.

Veja a classe que chamei de “Criptografia”, contendo os métodos “Criptografar” e “Descriptografar”:

using System;
using
System.Text;
using System.IO;
using System.Security.Cryptography;

public class Criptografia 
{
    
private static byte
[] chave = { };
   
private static byte
[] iv = { 12, 34, 56, 78, 90, 102, 114, 126 };

    public Criptografia()
    {    

    }

    public static string Criptografar(string valor, string chaveCriptografia)
    {
        DESCryptoServiceProvider des; 
        MemoryStream ms; 
        CryptoStream cs; byte[] input;

        try
        {
            des = new DESCryptoServiceProvider();
            ms = new MemoryStream();

            input = Encoding.UTF8.GetBytes(valor);chave = Encoding.UTF8.GetBytes(chaveCriptografia.Substring(0, 8));

            cs = new CryptoStream(ms, des.CreateEncryptor(chave, iv), CryptoStreamMode.Write);
            cs.Write(input, 0, input.Length);
            cs.FlushFinalBlock();

            return Convert.ToBase64String(ms.ToArray());
       
}
        catch (Exception ex)
       
{
            throw ex; 
        }
    }

    public static string Descriptografar(string valor, string chaveCriptografia)
   
{
        DESCryptoServiceProvider des;
        MemoryStream ms; 
       
CryptoStream cs; byte[] input;

        try
       

            des = new DESCryptoServiceProvider();
           
ms = new MemoryStream();

            input = new byte[valor.Length];
            input = Convert.FromBase64String(valor.Replace(” “, “+”));

            chave = Encoding.UTF8.GetBytes(chaveCriptografia.Substring(0, 8));

            cs = new CryptoStream(ms, des.CreateDecryptor(chave, iv), CryptoStreamMode.Write);
           
cs.Write(input, 0, input.Length);
           
cs.FlushFinalBlock();

            return Encoding.UTF8.GetString(ms.ToArray());
       
}
       
catch (Exception ex)
       
{
            throw ex;
        }
    }
}

Para testar o funcionamento da rotinha criei dois webforms: “Pagina1.aspx” e “Pagina2.aspx”.

Na “Pagina1.aspx” adicionei um Button e implementei o seguinte código para o evento Click. Onde é montada a URL com o valor da querystring criptografado pelo método “Criptografar” da Classe “Criptografia”. Escolhi o valor 12 como ID de exemplo: 

protected void Button1_Click(object sender, EventArgs e)
{
    string url = “Pagina2.aspx?id=” + Criptografia.Criptografar(“12″, “#!$a36?@”);

    Response.Redirect(url);
}
Já na “Pagina2.aspx”, adicionei um Label e implementei o seguinte código para o evento Load da página. E exibirá o valor da querystring, já descriptografado no Label:

protected void Page_Load(object sender, EventArgs e)
{
    string querystring = Request.QueryString["id"];

    Label1.Text = Criptografia.Descriptografar(querystring, “#!$a36?@”);
}

February 19, 2011

Tecnologia de criptografia WPA é quebrada em minutos no Japão

Cientistas japoneses exploram brecha identificada em 2008 para quebrar popular tecnologia que garante segurança de dados em roteadores.

Dois cientistas japoneses criaram um método que quebra a tecnologia de criptografia Wi-FI Protected Access (WPA) em questão de minutos, o que pode colocar em risco roteadores que usam a popular ferramenta de segurança. Toshihiro Ohigashi, da Universidade de Hiroshima, e Masakaty Morii, da Universidade de Kobe, conseguiram a façanha há duas semanas, no evento Joint Workshop on Information Security, em Taiwan. Mais detalhes serão apresentados em conferência no Japão, que deve acontecer no dia 24 de setembro. Quem faz o ataque consegue ler tráfego criptografado em WPA, que circula em uma rede. Especialistas em segurança já tinham alertado para essa possibilidade em novembro do ano passado, mas os japoneses levaram a teoria à prática e mostraram que a quebra de segurança pode ocorrer em minutos. Os sistemas de criptografia em roteadores sem fio têm um longo histórico de problemas. O sistema WEP (Wired Equivalent Privacy), lançado em 1997, foi quebrado poucos anos depois e hoje é considerado completamente inseguro. Já existe, no entanto, alternativa para o WPA. É o WPA 2, que existe desde março de 2006. “Apesar da alternativa mais segura, ainda existe uma grande base instalada pelo mundo que não migrou para o novo sistema”, afirma o diretor de marketing da organização Wi-Fi Alliance, Kelly Davis-Felner. A Wi-Fi Alliance é a entidade responsável por estabelecer padrões de redes sem fio para a indústria. Para o CEO da empresa de segurança Errata Security, Robert Graham, a nova prática de quebra de segurança não chega a ser um motivo de desespero, mas é preocupante. “Os softwares de segurança existentes no mercado são capazes de barrar esse ataque se o roteador não o fizer, mas a quebra da segurança é o suficiente para os profissionais de tecnologia dispensarem o sistema WPA”, diz. A alteração do tipo de segurança no roteador é simples e pode ser configurado por qualquer pessoa que tenha acesso administrativo à interface do equipamento.

Por IDG News Service

February 10, 2011

Instalando o Microsoft Dynamics CRM 4.0

 

Abaixo um Guia Prático para instalar o Microsoft CRM 4.0 passo a passo, se você ainda não teve nenhum tipo de contato com o produto já vou deixar aqui um link ( http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=1ceb5e01-de9f-48c0-8ce2-51633ebf4714&DisplayLang=pt-br ) para que você possa baixar o Guia de Implementação do Microsoft CRM 4.0 , neste guia já tem as informações necessárias para instalação, bem como o requisito minímo de hardware e informações importantes para uma boa implementação.

A princípio vamos precisar de um controlador de dominío com Windows Server 2003/2008 e um Servidor SQL 2005 ou 2008/R2 e credenciais administrativas.

Insira o DVD do Microsoft Dynamics CRM 4.0, e selecione a opção “Install Microsoft Dynamics CRM Server”

Algumas atualizações são importantes serem feitas antes da Instalação, por isso é recomendado nesse ponto inicial da instalação clicar em “Update installation file”

Depois de escolher em Atualizar ou não, e insira a Licença do Software (Normalmente encontrada no BOX do DVD)

e clique em “Next” para continuar, leia (ou não) a licença de uso e selecione “I accept this license agreement” \o/ e clique em Next

O CRM 4.0 necessita instalar alguns componentes requeridos, Clique em “Install” para instalar.

depois de instalado todos os componentes, clique em “Next”

Selecione o Tipo de Instalação (Typical ou Custom) e clique em Next para continuar

Selecione o Servidor SQL server, caso não seja exibido e o Servidor SQL Server esteja instalado no mesmo servidor, informe localhost e clique em “Next para continuar”

Informe o Nome da Sua Empresa

Clique em “Browse” (na tela acima) e selecione o ISO do seu País. Nesse caso selecionamos infelizmente o Brasil, após a seleção clique em “OK”

Ao concluir a escolha do ISO, clique em Next

Na Tela Seguinte, vai ser solicitado se você deseja participar do “Customer Experience Improvement” para ajudar na qualidade, melhoria, etc do CRM. Recomendamos que você participe.

Agora nesse passo, informe o local de instalação do CRM e em seguida clique em Next para continuar

Selecione o Website que vai rodar o Microsoft CRM ou crie um servidor em uma porta específica. e clique em Next para continuar

Informe o URL do SQL Server Reporting Services e clique em Next

Selecione a Unidade Organizacional do Active Directory clicando em “Browse…” (Veja imagem abaixo)

Selecione a Unidade Organizacional e clique em OK. e em Next (da tela acima)

Informa a Conta de Segurança usada pelo Microsoft Dynamics CRM services e clique em Next para continuar.

O servidor de email é opcional, podemos clicar em Next. será mostrado um mensagem informando que temos a opção de configurar o servidor de email depois da instalação.

Vai ser efetuado uma verificação dos Requisitos do Sistema, se estiver tudo Ok, clique em Next para continuar

Será exibido um Resumo da instalação, clique em Next se estiver tudo ok (Ou Back para corrigir)

aguarde a instalação do Microsoft Dynamics CRM 4.0…..

Pronto… Instalado !! Agora você deve reiniciar o servidor

Pacote de Linguagem pt-br ( http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=50761e58-6040-4cf3-853a-f5ab535f7194&displayLang=pt-br )

Microsoft Dynamics CRM Instalado (em português)

January 24, 2011

Alterando o endereço IP do servidor usando asp.net

Alterando o endereço IP do computador que automaticamente é muito fácil. Microsoft Trickily Microsoft armazena as informações de IP no registro Consulte abaixo o código que muda o endereço IP do servidor host. Isso pode ser usado em janelas de aplicativos ou serviços do Windows para alterar o endereço IP do computador local e também pode ser usada em asp.net para alterar o endereço IP do servidor que hospeda sua aplicação asp.net. Certifique-se que namespace Microsoft.Win32 é visível para o código abaixo onde ele é colocado porque Win32 é necessária para manipular o registro do Windows. Reinicialização do servidor é necessária para os novos endereços IP para entrar em efeito.

 

RegistryKey key = Registry.LocalMachine.OpenSubKey(“SYSTEM\\CurrentControlSet\\Services\\Tcpip\\Parameters\\Interfaces”, true);
// Registry key where IP information is stored.

foreach (string s in key.GetSubKeyNames())
{
RegistryKey rk = Registry.LocalMachine.OpenSubKey(“SYSTEM\\CurrentControlSet\\Services\\Tcpip\\Parameters\\Interfaces\\” + s, true);
if (rk.ValueCount >= 12) // In general, active network card will have more than 12 setting values
{

try
{

string[] s1 = { “12.24.36.48″, “13.26.39.64″ }; // Array of IP addresses to set.
rk.SetValue(“IPAddress”, s1);

}
catch (Exception exc)
{
// Error message logic here.
}

}
rk.Close();
}

Obs: Tente Não usar use este código antieticamente.

“O Código requer um nível de confiança total habilitado para o site ASP.NET para executar código acima, caso contrário não vai funcionar.”

January 19, 2011

Microsoft lança globalmente o Microsoft Dynamics CRM Online

A Microsoft anuncia a disponibilidade mundial do Microsoft Dynamics CRM Online, a versão em nuvem do novo Microsoft Dynamics CRM 2011. O serviço oferece uma experiência familiar, inteligente e conectada para promover o aumento da produtividade dos setores de vendas, serviços e marketing das empresas. Já as versões on-premise e hosteada em parceiros do Microsoft Dynamics CRM 2011 estarão disponíveis globalmente no dia 28 de fevereiro de 2011.

O Microsoft Dynamics CRM Online está sendo lançado pela primeira vez fora da América do Norte em 40 mercados e 41 idiomas. O produto está disponível hoje por um preço promocional de US$ 34 por usuário por mês nos primeiros 12 meses, para os clientes que aderirem até o dia 30 de junho de 2011. As empresas poderão acessar uma versão de testes gratuita do produto no site http://crm.dynamics.com.

“O lançamento do Microsoft Dynamics CRM Online complementa a estratégia de Cloud Computing da Microsoft no Brasil. Queremos oferecer opções de escolha e flexibilidade para nossos clientes corporativos que contam com um produto fácil de usar e que possibilita colaboração e racionalização de processos, além de acesso a dados em tempo real”, afirma Mauricio Prado Silva, gerente geral da Divisão da Microsoft Business Solutions da Microsoft Brasil. “Uma das grandes vantagens do produto é permitir a adoção pelas empresas de modelos híbridos, com a opção de manter as informações nos servidores internos ou com a hospedagem em nuvem”, destaca o executivo.

De acordo com o relatório IDC Brazil CRM Applications Tracker 1H10 o mercado brasileiro de CRM deverá manter seu ritmo de crescimento até 2014 acima da casa de dois dígitos. O relatório também prevê que o modelo de CRM por assinatura, que hoje representa cerca de 6% do mercado, aumente sua participação de forma significativa nos próximos anos. A IDC Brasil também aponta que durante o período analisado a Microsoft foi a empresa que mais ganhou market share no segmento de CRM em 2010.

Experiência familiar, inteligente e conectada

O Microsoft Dynamics CRM tem como objetivo fornecer o “Poder da Produtividade” por meio de uma experiência familiar, inteligente e conectada entre as pessoas de dentro e de fora de uma companhia:

Experiências familiares de vendas, serviços e usuários de marketing por meio da próxima geração do Microsoft Outlook, baseado em browser e com acesso remoto.

Experiências inteligentes por meio de processos de diálogos guiados, business intelligence para auxiliar na gestão de desempenho e definição de objetivos, fornecendo as mais atualizadas informações críticas para que os profissionais de vendas, serviços e marketing possam realizar seus trabalhos de forma mais eficaz.

Experiências conectadas por meio de uma plataforma flexível na nuvem, interoperabilidade com o Windows Azure e compatível com o Microsoft SharePoint e o novo Microsoft Dynamics Marketplace. Desta forma, os clientes podem customizar o Microsoft Dynamics CRM para atender as necessidades específicas de seus negócios.

O programa beta do Microsoft Dynamics CRM 2011 incluiu mais de 11.500 clientes e 2.000 parceiros, entre eles empresas que trocaram as soluções de concorrentes. A Magma Design Automation Inc., uma empresa de desenvolvimento de design automotivo de softwares, por exemplo, migrou de Salesforce.com para o Microsoft Dynamics CRM Online com objetivo de apoiar seus principais requisitos de negócios, incluindo uma melhor comunicação, compreensão e flexibilidade nos processos de mudança.

“Nós precisávamos de um sistema que fosse flexível o suficiente para aliviar as nossas demandas e necessidades específicas de negócios”, disse Vickie Flores, vice-presidente de Sistemas de Informação para a Magma Design Automation. “Com o Microsoft Dynamics CRM Online pudemos alterar rapidamente o nosso trabalho e processos empresariais. Facilitar a experiência dos usuários é prioridade para nós e a interface nativa do Outlook no Microsoft Dynamics CRM faz isto de uma forma extremamente simples, não ocorrendo um retrocesso no aprendizado do sistema”.

A Cerididian Corp., uma empresa de serviços em recursos humanos, transportes e mercado de varejo, também trocou uma solução do mercado pelo Microsoft Dynamics CRM para melhor atender suas expectativas de tecnologia e custos. O Microsoft Dynamics CRM permitiu ao Ceridian obter mais retorno sobre seus investimentos em tecnologia e reduzir custos. “O Microsoft Dynamics CRM 2011 forneceu à Ceridian um contact center que podemos implementar rapidamente e estender por diversas unidades de negócios, utilizando as ferramentas .NET e as habilidades dos nossos profissionais de TI”, destaca Mike Shea, chefe de operações da Ceridian.

Disponibilidade do Microsoft Dynamics CRM Online

O Microsoft Dynamics CRM Online está disponível, além do Brasil, nos mercados de países como Alemanha, Áustria, Austrália, Bélgica, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Chipre, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hong Kong, Hungria, Índia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, Malásia, México, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Polônia, Portugal, Porto Rico, Reino Unido, República Checa, Romênia, Singapura, Suécia, Suíça e Trinidad e Tobago.

O Microsoft Dynamics é uma linha de produtos que se pretende ser de fácil utilização, integrado e adaptável às aplicações ERP e CRM que permitem aos líderes empresariais responderem rapidamente às mudanças do mercado e as novas tendências. As soluções do Microsoft Dynamics são entregues por meio de uma rede mundial de parceiros que prestam serviços especializados.

* Em breve artigos sobre a instalação do CRM

December 22, 2010

Text Template Transformation Toolkit e ASP.NET MVC

Microsoft Visual Studio inclui um mecanismo de geração de código conhecido como T4 (que é a abreviação de texto modelo transformação Toolkit). Você provavelmente já usou T4 modelos no Visual Studio sem mesmo saber que estavam trabalhando nos bastidores. Este artigo vou para lhe fornecer uma introdução básica ao T4 modelos e mostrar como o ASP.NET MVC usa essa tecnologia. Também mostrarei como personalizar modelos T4 para aprimorar seu trabalho diário com a estrutura MVC.

A idéia básica por trás do modelo de Kit de ferramentas é analisar um arquivo de entrada e transformá-lo em um arquivo de saída. O arquivo de entrada é um modelo — um arquivo de texto com uma extensão de arquivo .tt. O arquivo de saída também conterá o texto e o texto pode ser translation from VPE for Csharp código, Visual Basic código, Web Forms código, marcação ou qualquer outra coisa que você precisa gerar.

A maneira mais fácil de ver T4 em ação é criar um novo projeto no Visual Studio. Eu vai ser Gerando código translation from VPE for Csharp neste artigo, para que você possa usar qualquer tipo de projeto que compila código translation from VPE for Csharp. Quando o projeto é aberto, clique com o botão direito do mouse no projeto e selecione Add | New Item. Selecione o arquivo de texto da caixa de diálogo Add New Item (não há nenhum modelo de item dedicado T4 no Visual Studio 2008, mas haverá em 2010) e nomeie o arquivo Simple.tt (Certifique-se de que você usa a extensão .tt). Assim que o arquivo é carregado para o projeto você imediatamente verá um arquivo Simple.cs aparecem atrás Simple.tt na janela Solution Explorer (consulte 1 Figura ).

Figura 1 translation from VPE for Csharp arquivo atrás de um modelo T4

Simple.tt e Simple.cs será iniciado como arquivos vazios. Se você clique com o botão direito do mouse no arquivo Simple.tt e selecione Propriedades, você verá que o Visual Studio atribuído TextTemplatingFileGenerator como a ferramenta personalizada para o arquivo (consulte do Figura 2). Esse gerador é o mecanismo de T4 transformará o arquivo de modelo em um arquivo de código translation from VPE for Csharp.

Figura 2 Propriedades do modelo T4

Para tornar o modelo de fazer algo interessante, adicione o seguinte código:

<#@ template language="c#v3.5" #>
<#@ assembly name="System.Web.Mvc.DLL" #>
<#@ import namespace="System.Web.Mvc" #>

public class Test
{
<# for(int i = 0; i < 5; i++) { #>
  public int Prop<#= i #> { get; set; }
<# } #>
}

O código começa com algumas diretivas. As diretivas permitem que você especificar a linguagem de programação para o modelo e incluir namespaces e assemblies necessários pelo código no modelo. Quero enfatizar que estou falando de configurações necessárias para executar código no modelo e não o código no projeto propriamente dito. Você também pode usar uma diretiva para especificar a extensão do arquivo de saída. O padrão é translation from VPE for Csharp, mas como mencionei anteriormente, você pode gerar código de Visual Basic, XML, HTML ou qualquer artefato textual.

As diretivas que estou usando informar ao mecanismo do modelo para usar o compilador translation from VPE for Csharp que vem com o Microsoft .NET Framework 3.5. Ela também informa o mecanismo de modelo para fazer referência ao assembly de ASP.NET MVC e para trazer o namespace System.Web.Mvc para o escopo. O MVC assembly e namespace não são realmente exigidos pelo código simples do modelo, mas eu os colocar no modelo como exemplo.

Após as diretivas, o texto que você vê que não é entre < # e # > delimitadores é colocado textual no arquivo de saída. O texto entre < # e # > é translation from VPE for Csharp código. O mecanismo de modelo irá analisar o código e adicioná-lo a uma classe para execução (uma classe, por fim, derivada da classe TextTransformation no conjunto de módulos (assembly) Microsoft.VisualStudio.TextTemplating). Esse processo é semelhante ao processo de mecanismo do modo de exibição do ASP.NET onde o código e marcação em um arquivo .aspx são adicionados a uma classe, por fim, derivada do System.Web.UI.Page. Se você já foi escrevendo suas exibições do MVC usando o mecanismo de exibição de Web Forms, você se sentirá à vontade criando modelos. Em arquivos .aspx, você pode usar código translation from VPE for Csharp para gerar HTML. No meu arquivo .tt, estou usando código translation from VPE for Csharp para gerar código translation from VPE for Csharp.

O código que tenho em Simple.tt produzirá a seguinte saída translation from VPE for Csharp Simple.tt.cs:

public class Test
{
  public int Prop0 { get; set; }
  public int Prop1 { get; set; }
  public int Prop2 { get; set; }
  public int Prop3 { get; set; }
  public int Prop4 { get; set; }
}

Claro, a classe de teste é totalmente inútil e wholly desinteressantes, mas espero que ele lhe dá uma idéia das possibilidades existentes com modelos T4. Porque você estiver escrevendo um código translation from VPE for Csharp no modelo, você pode se conectar a bancos de dados, ler dados do sistema de arquivos, analisar XML ou usar qualquer classe do .NET para conectar-se e ler os metadados que existe em algum lugar no seu ambiente. Esses metadados, como um esquema de banco de dados ou os tipos de outro assembly, são informações que você pode usar para gerar classes. As classes se tornará parte do projeto atual, portanto, eles serão compilados no assembly atual e você pode usá-los em seu aplicativo.

Edição T4
Quando você está editando T4 modelos no Visual Studio, você não terá nenhuma ajuda dos serviços de linguagem no IDE, como o IntelliSense e realce de sintaxe. Há duas soluções para esse problema. Um é o editor Visual T4 disponibilizou Clarius Consulting (de visualt4.com ). Outra solução é o Editor T4 tangíveis da tangíveis Engineering (de t4 editor.tangible-engineering.com ).

Com um entendimento básico de como os modelos T4 funcionam, let’s Observe como o MVC framework usa modelos T4.

T4 no ASP.NET MVC

Você estava usando modelos T4 toda vez que você utilizou o Adicionar modo de exibição ou o controlador adicionar recursos em um projeto ASP.NET MVC. Esses modelos estão localizados na instalação do Visual Studio dentro da pasta de 2\CodeTemplates Common7\IDE\ItemTemplates\CSharp\Web\MVC. Também existem versões do Visual Basic do modelo, mas deixarei isso como um exercício para o leitor para deduzir o nome da pasta.

Os modelos em si fornecem uma excelente educação sobre o valor e os recursos do T4. Por exemplo, aqui está um trecho da List.tt na subpasta AddView da CodeTemplates:

if(!String.IsNullOrEmpty(mvcViewDataTypeGenericString)) {
  Dictionary<string, string> properties =
    new Dictionary<string, string>();
  FilterProperties(mvcHost.ViewDataType, properties);
#>
  <table>
    <tr>
      <th></th>
<#
  foreach(KeyValuePair<string, string> property in properties) {
#>
      <th>
        <#= property.Key #>
      </th>
<#
  }
#>

O trabalho de List.tt é produzir um arquivo .aspx que exibirá uma coleção de objetos do modelo em formato tabular. No modelo você pode ver a tabela, tr e th marcas que estão sendo gravadas. Para produzir o arquivo .aspx o modelo precisa de algumas informações contextuais, como o nome da página mestra deve usar e o tipo de modelo. O modelo pode recuperar essas informações de seu objeto de host. O objeto host fica entre um modelo e o mecanismo T4 e pode dar um modelo de acesso a recursos (como arquivos locais) e das configurações do ambiente. Normalmente, o host é o Visual Studio, mas a equipe de MVC criou um host personalizado do tipo MvcTextTemplateHost no conjunto de módulos (assembly) Microsoft.VisualStudio.Web.Extensions. É esse objeto de host personalizado que carrega consigo informações digitadas nas caixas de diálogo Adicionar controladora e adicionar modo de exibição, que são as coisas mais próximos que você encontrará a assistentes em um projeto do MVC.

List.TT irá executar um loop através da exibição Propriedades do objeto com rigidez de tipos de modelo e criar uma tabela com uma coluna para cada propriedade. O modelo usa a reflexão para descobrir as propriedades disponíveis do modelo em um método FilterProperties. FilterProperties é um método auxiliar posteriormente definido no arquivo de modelo. O modelo também configura os links para navegar até as ações de edição e detalhes e configura as diretivas apropriadas @ Page ou @ Control para .aspx, dependendo se você estiver criando um modo de exibição ou um modo de exibição parcial.

Quando terminar o modelo em execução, você terá um novo .aspx exiba com tudo o que é necessário para exibir uma coleção de objetos do modelo. Provavelmente você ir para o arquivo .aspx e realizar alguns ajustes para o modo de exibição consistente com a aparência dos modos de exibição no restante do seu aplicativo.

Se você achar que está sempre fazendo as mesmas alterações para esses modos de exibição gerados (ou o código de controlador gerado pelo Controller.tt), você pode economizar tempo, modificando os modelos em si. Por exemplo, você poderia modificar os modelos internos para adicionar atributos de classe para regras de estilo que você usar no seu projeto, ou talvez algo ainda mais drásticas. Tenha em mente que modificar os arquivos de modelo no diretório de instalação do Visual Studio irão alterar o código gerado em todos os projetos que você trabalha com em seu computador. Se você desejar alterar o código gerado para um único projeto, você pode fazer isso, muito.

Personalização de T4-projeto

Se você desejar versões personalizadas dos modelos de geração de código em uma base per project, sua primeira etapa é copiar a pasta CodeTemplates da instalação do Visual Studio e colá-lo na raiz do seu projeto ASP.NET MVC. Você Don precisa copiar todos os modelos em seu projeto, no entanto. Você pode copiar apenas os modelos que você deseja modificar. Há um total de seis modelos de geração de código MVC, um para adicionar um controlador (Controller.tt) e cinco para adicionando modos de exibição (List.tt Create.tt, Empty.tt Details.tt, Edit.tt,). Se existir um modelo no seu projeto, ele substituirá o modelo no diretório de instalação do Visual Studio.

Quando você adiciona um arquivo .tt a uma solução do Visual Studio, o IDE atribuirá automaticamente o arquivo .tt uma configuração de ferramenta personalizada de TextTemplatingFileGenerator. Você já viu esse comportamento se você criou o modelo Simple.tt discutido anteriormente. No entanto, isso não é a configuração correta para os modelos de T4 MVC. As ferramentas MVC para o Visual Studio irão chamar esses modelos em momentos apropriados e criar o objeto MvcTextTemplateHost especial durante o processamento do modelo. Assim, após copiar os modelos em seu projeto, a segunda etapa é abrir a janela de propriedades para cada arquivo de modelo e remover a configuração da ferramenta personalizada (deixe em branco configuração). Neste ponto, você estará pronto para personalizar seus modelos.

Propriedades MvcTextTemplateHost
Observe que nem todas as propriedades no objeto MvcTextTemplateHost estão disponíveis para cada contexto. Os modelos executar ao chamar Adicionar modo de exibição e Controller adicionar itens de menu de contexto. A propriedade Namespace está disponível para os dois essas operações e será definida como o valor apropriado. A propriedade de página mestre, no entanto, só é definida como um valor válido durante uma operação Adicionar modo de exibição e irá conter o valor inserido para o nome da página mestre na caixa de diálogo Adicionar modo de exibição pelo usuário.

Como exemplo, let’s que você não quiser que os controladores de uma ação de índice. Você preferir usar uma ação padrão denominada lista. Você pode abrir o modelo Controller.tt na pasta CodeTemplates\AddController e alterar a área adequada do código para a seguinte aparência:

public class <#= mvcHost.ControllerName #> : Controller
{
  // GET: /<#= mvcHost.ControllerRootName #>/

  public ActionResult List()
  {
    return View();
  }
...

Esta é uma alteração simples para fazer, mas ele pode salvar você e sua equipe um pouco de tempo durante a vida útil de um projeto grande.

Um passo adiante — T4MVC

No segundo semestre de 2009, David Ebbo da equipe do ASP.NET criado T4MVC, um modelo T4 projetado para gerar auxiliares com rigidez de tipos em um aplicativo ASP.NET MVC. Ebbo tem refinado o modelo ao longo do tempo e você agora pode baixá-la de aspnet.codeplex.com/wikipage?title=T4mvc.

O modelo T4MVC é um modelo T4 tradicional. Adicione T4MVC.tt e seu arquivo de configurações associadas (T4MVC.settings.t4) a seu projeto e ele usará a ferramenta personalizada TextTemplatingFileGenerator para gerar código translation from VPE for Csharp. T4MVC ajudará você a eliminar muitos dos literais da cadeia de caracteres magic do seu aplicativo MVC. Por exemplo, um dos trabalhos que fará o modelo é verificar as pastas de conteúdo e scripts em seu projeto e gerar classes com propriedades estáticas para representar cada script e parte do conteúdo.

O código gerado significa que você pode processar a exibição de parcial LogOnUserControl fornecida pelo projeto do MVC padrão com este código:

<% Html.RenderPartial(MVC.Shared.Views.LogOnUserControl); %>

Anteriormente você seria tiver usado um literal de cadeia de caracteres:

<% Html.RenderPartial("LogOnUserControl"); %>

Se alguém renomeia, move ou exclui o LogonUserControl, o código com rigidez de tipos produzirá um erro de compilação quando compila o modo de exibição. Juntamente com rigidez acesso a modos de exibição e modos de exibição parciais, o modelo T4MVC também oferece com rigidez de tipos de acesso a todos os arquivos dentro de suas pastas de conteúdo e scripts e com rigidez de tipos acesso a controladores e ações do controlador.

Você pode usar as classes geradas T4MVC durante a criação de links de ação, retornando resultados de modo de exibição e mesmo quando a tabela de roteamento para um aplicativo de criação. Observe que, quando você adiciona pela primeira vez T4MVC para seu projeto, você verá alguns avisos gerados na janela de lista de erros do IDE. Esses avisos são apenas T4MVC informando você sobre alguns altera está sendo aplicada ao seu código. A maioria dessas alterações são nada que altere o comportamento do seu aplicativo; os modelos T4MVC basta adicionar algumas palavras-chave parcial a definições de classes do controlador e também fará com que os métodos de ação não-virtuais virtual.

Mais fácil de manter

T4 é um tesouro maravilhoso dentro do Visual Studio mas ainda não falha. Este artigo fornece tudo o que você precisa para começar a usar modelos personalizados para seu projeto ASP.NET MVC. Felizmente, você pode encontrar alguns usos para modelos T4 outside of seu projeto de aplicativo da Web, muito. Você deve também testar modelos T4MVC em seu projeto, como eles tornam o seu código mais fácil de manter e refatorar. T4 tecnologia no futuro, é ainda melhor no Visual Studio 2010 com a adição de modelos de item dedicado e pre-compiled modelos.