February 2, 2012

Como alterar (em tempo de execução) o App.config usando C#

Você pode alterar o app.config durante a execução de uma aplicação (Windows) em C#.

// Abre o arquivo App.Config do executavel
System.Configuration.Configuration config = ConfigurationManager.OpenExeConfiguration(ConfigurationUserLevel.None);
// Remove e em seguida Adiciona uma configuração .
config.AppSettings.Settings.Remove("LastDateFeesChecked");
config.AppSettings.Settings.Add("LastDateFeesChecked", DateTime.Now.ToShortDateString());
// Salva a nova configurações.
config.Save(ConfigurationSaveMode.Modified);
// Força o "reload" das novas configurações.
ConfigurationManager.RefreshSection("appSettings");

Obs: Lembre-se de adicionar a referencia (namespace) System.Configuration

January 9, 2012

ASP.NET MVC 3 – Fundamentos / Routing Incoming Requests

ASP.NET MVC Controles – Routing Incoming Requests

Definição da sintaxe das URLs
Em um mundo no qual URLs solicitado não necessariamente coincidem com os arquivos físicos no servidor web, o primeiro passo a tomar é de listagem que URLs sejam significativos para a aplicação. Para evitar ser específico demais, vamos supor que você suportar apenas algumas URLs fixas, cada mapeado para um componente manipulador de HTTP. O trecho de código a seguir mostra as mudanças necessárias a serem feitas ao padrão web.config




Sempre que o aplicativo recebe um pedido que corresponda ao URL especificado, ele irá passá-la para o manipulador especificado.

Definir o comportamento do manipulador HTTP

No ASP.NET, um manipulador de HTTP é um componente que implementa a interface IHttpHandler. A interface é simples e consiste de dois membros, como mostrado aqui:

public class MvcEmuleHandler : IHttpHandler
{
public void ProcessRequest(HttpContext context)
{
// Logic goes here
...
}
public Boolean IsReusable
{
get { return false; }
}
}

Na maioria das vezes, um manipulador de HTTP tem um comportamento codificado influenciado apenas por alguns dados de entrada passou a string de consulta. Nada nos impede, no entanto, de usar o manipulador como uma fábrica abstrata para adicionar mais um nível de indireção. O manipulador, de fato, pode utilizar as informações do pedido para determinar um componente externo para chamar de realmente servir o pedido. Desta forma, um manipulador HTTP pode servir uma variedade de pedidos e envio apenas a chamada entre alguns componentes mais especializados.

O manipulador HTTP pôde analisar o URL em tokens e usar essa informação para identificar a classe eo método para invocar. Aqui está um exemplo de como poderia funcionar:

public void ProcessRequest(HttpContext context)
{
// Parse out the URL and extract controller, action, and parameter
var segments = context.Request.Url.Segments;
var controller = segments[1].TrimEnd('/');
var action = segments[2].TrimEnd('/');
var param1 = segments[3].TrimEnd('/');
// Complete controller class name with suffix and (default) namespace
var fullName = String.Format("{0}.{1}Controller",
this.GetType().Namespace, controller);
var controllerType = Type.GetType(fullName, true, true);
// Get an instance of the controller
var instance = Activator.CreateInstance(controllerType);
// Invoke the action method on the controller instance
var methodInfo = controllerType.GetMethod(action,
BindingFlags.Instance |
BindingFlags.IgnoreCase |
BindingFlags.Public);
var result = String.Empty;
if (methodInfo.GetParameters().Length == 0)
{
result = methodInfo.Invoke(instance, null) as String;
}
else
{
result = methodInfo.Invoke(instance, new Object[] { param1 }) as String;
}
// Write out results
context.Response.Write(result);
}

O código anterior só assume o primeiro token na URL após o nome do servidor contém as principais informações para identificar o componente especializado que irá servir o pedido. O segundo símbolo refere-se ao nome do método a ser chamado neste componente. Finalmente, o símbolo indica um terceiro parâmetro para passar.

Chamando o manipulador HTTP

Dada uma URL como home/teste/*, verifica-se que a casa identifica a classe, testar o método identifica, e qualquer que seja trilhas é o parâmetro. O nome da classe é ainda mais trabalhado e ampliado para incluir um namespace e um sufixo. De acordo com o exemplo, o nome da classe final é MvcEmule.Components.HomeController. Esta classe é esperado para estar disponível para a aplicação. A classe também é esperado para expor um método chamado de teste, como mostrado aqui:

namespace MvcEmule.Components
{
public class HomeController
{
public String Test(Object param1)
{
var message = "

Got it! You passed '{0}'

"; return String.Format(message, param1); } } }

Este exemplo simples demonstra a mecânica básica usada pelo ASP.NET MVC .. O componente especializado que atende a uma solicitação é o controlador. O controlador é uma classe com métodos e não apenas do Estado. Um único nível de sistema manipulador de HTTP cuida de despachar os pedidos de entrada para uma classe de controlador específico para que a instância da classe executa um método determinada ação e produz uma resposta.

E sobre o esquema de URLs? Neste exemplo, basta usar uma URL codificada. No ASP.NET MVC, você tem uma sintaxe muito flexível você pode usar para expressar as URLs da aplicação reconhece. Além disso, um componente novo sistema nas intercepções em tempo de execução pedidos pipeline, processa a URL, e aciona o ASP.NET MVC manipulador HTTP. Este componente é o módulo de roteamento de URL HTTP.

October 11, 2011

Trabalhando com switch/case em C#

Em vez de usarmos centemas de if podemos criar um único Switch, conforme o exemplo abaixo:


string texto = "1";   //  Definimos 1, mas aqui você pode colocar um request.form, etc..etc..

switch(text) {

case "1":
     Page.Response.Write("Texto é 1"); // Escreve na Página 'Texto é 1'
     break; // O Comando 'break' vai parar o switch
case "2":
     Page.Response.Write("Texto é 2"); // Escreve na Página 'Texto é 2'
     break; // O Comando 'break' vai parar o switch

 default: // o 'default' é usado quando nenhum dos casos acimas for ativado
    Page.Response.Write("Não é 1 nem 2"); // Escreve na Página 'Não é 1 nem 2'
    break; // O Comando 'break' vai parar o switch
}

Fácil ? Boa Sorte

May 3, 2011

Trabalhando com Session e Request ( POST / GET ) no C#Working with Session and Request ( POST / GET ) in C#Lavorare con Session e Request (POST / GET) in C #Работа с Session и Request (POST / GET) в C #

Request

Obtendo IP do Visitante/Usuário

Request.UserHostAddress.ToString();

Obtendo o valor de um item enviado via GET

Request.QueryString["ItemGET"];

Obtendo o valor de um item enviado via POST

Request.Form["ItemPOST"];

Dica:

Use .ToString(); no final do Request para poder usar o valor para uma String. Exemplo String strValorPost = Request.Form["ItemPOST"].ToString();

Session

Criando uma Session:

 Session["nomeSession"] = "valorSession"; 

Lendo uma Session:

 String strValorSession = Session["nomeSession"]; 

Exibindo o Timeout da Session:

 Response.Write(Session.Timeout.ToString()); 

Definindo o Timeout:

 Session.Timeout = 5; 

Removendo:

 Session.Remove("nomeSession");

Request

Getting IP of User

Request.UserHostAddress.ToString();

Getting the value of an item sent via GET

Request.QueryString["ItemGET"];

Getting the value of an item sent via POST

Request.Form["ItemPOST"];

Tip:

Use .ToString(); the end of the Request in order to use the value to a String. Sample String strValorPost = Request.Form["ItemPOST"].ToString();

Session

Creating a Session

Session["nameSession"] = "amountSession";

Reading a Session

 String strValorSession = Session["nameSession"]; 

View Timeout of Session:

 Response.Write(Session.Timeout.ToString()); 

Setting the TimeOut:

 Session.Timeout = 5; 

Removing:

 Session.Remove("nomeSession");

Request

Ottenere IP del visitatore

Request.UserHostAddress.ToString();

Ottenere il valore di un element inviato tramite GET

Request.QueryString["ItemGET"];

Ottenere il valore di un element inviato tramite POST

Request.Form["ItemPOST"];

Suggerimento:

Usa .ToString(); il fine della richiesta al fine di utilizzare il valore in una stringa. Esempio String strValorPost = Request.Form["ItemPOST"].ToString();

Session

Creazione di una Session:

 Session["nomeSession"] = "valorSession"; 

Lettura di una Session:

 String strValorSession = Session["nomeSession"]; 

Lettura di Timeout di Session:

 Response.Write(Session.Timeout.ToString()); 

Impostazione del Timeout:

 Session.Timeout = 5; 

Rimozione:

 Session.Remove("nomeSession");

Request

Получение IP посетителя

Request.UserHostAddress.ToString();

Получение значения пункта отправлено через GET

Request.QueryString["ItemGET"];

Получение значения пункта отправлено по почте

Request.Form["ItemPOST"];

Совет:

Использование .ToString(); конце запроса, чтобы использовать значение в строку. Пример String strValorPost = Request.Form["ItemPOST"].ToString();

Session

Создание сессии:

 Session["nomeSession"] = "valorSession"; 

Чтение сессии:

 String strValorSession = Session["nomeSession"]; 

Просмотр сессии вышло:

 Response.Write(Session.Timeout.ToString()); 

Настройка вышло:

 Session.Timeout = 5; 

Удаление:

 Session.Remove("nomeSession");

February 19, 2011

Tecnologia de criptografia WPA é quebrada em minutos no Japão

Cientistas japoneses exploram brecha identificada em 2008 para quebrar popular tecnologia que garante segurança de dados em roteadores.

Dois cientistas japoneses criaram um método que quebra a tecnologia de criptografia Wi-FI Protected Access (WPA) em questão de minutos, o que pode colocar em risco roteadores que usam a popular ferramenta de segurança. Toshihiro Ohigashi, da Universidade de Hiroshima, e Masakaty Morii, da Universidade de Kobe, conseguiram a façanha há duas semanas, no evento Joint Workshop on Information Security, em Taiwan. Mais detalhes serão apresentados em conferência no Japão, que deve acontecer no dia 24 de setembro. Quem faz o ataque consegue ler tráfego criptografado em WPA, que circula em uma rede. Especialistas em segurança já tinham alertado para essa possibilidade em novembro do ano passado, mas os japoneses levaram a teoria à prática e mostraram que a quebra de segurança pode ocorrer em minutos. Os sistemas de criptografia em roteadores sem fio têm um longo histórico de problemas. O sistema WEP (Wired Equivalent Privacy), lançado em 1997, foi quebrado poucos anos depois e hoje é considerado completamente inseguro. Já existe, no entanto, alternativa para o WPA. É o WPA 2, que existe desde março de 2006. “Apesar da alternativa mais segura, ainda existe uma grande base instalada pelo mundo que não migrou para o novo sistema”, afirma o diretor de marketing da organização Wi-Fi Alliance, Kelly Davis-Felner. A Wi-Fi Alliance é a entidade responsável por estabelecer padrões de redes sem fio para a indústria. Para o CEO da empresa de segurança Errata Security, Robert Graham, a nova prática de quebra de segurança não chega a ser um motivo de desespero, mas é preocupante. “Os softwares de segurança existentes no mercado são capazes de barrar esse ataque se o roteador não o fizer, mas a quebra da segurança é o suficiente para os profissionais de tecnologia dispensarem o sistema WPA”, diz. A alteração do tipo de segurança no roteador é simples e pode ser configurado por qualquer pessoa que tenha acesso administrativo à interface do equipamento.

Por IDG News Service

February 10, 2011

Instalando o Microsoft Dynamics CRM 4.0

 

Abaixo um Guia Prático para instalar o Microsoft CRM 4.0 passo a passo, se você ainda não teve nenhum tipo de contato com o produto já vou deixar aqui um link ( http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=1ceb5e01-de9f-48c0-8ce2-51633ebf4714&DisplayLang=pt-br ) para que você possa baixar o Guia de Implementação do Microsoft CRM 4.0 , neste guia já tem as informações necessárias para instalação, bem como o requisito minímo de hardware e informações importantes para uma boa implementação.

A princípio vamos precisar de um controlador de dominío com Windows Server 2003/2008 e um Servidor SQL 2005 ou 2008/R2 e credenciais administrativas.

Insira o DVD do Microsoft Dynamics CRM 4.0, e selecione a opção “Install Microsoft Dynamics CRM Server”

Algumas atualizações são importantes serem feitas antes da Instalação, por isso é recomendado nesse ponto inicial da instalação clicar em “Update installation file”

Depois de escolher em Atualizar ou não, e insira a Licença do Software (Normalmente encontrada no BOX do DVD)

e clique em “Next” para continuar, leia (ou não) a licença de uso e selecione “I accept this license agreement” \o/ e clique em Next

O CRM 4.0 necessita instalar alguns componentes requeridos, Clique em “Install” para instalar.

depois de instalado todos os componentes, clique em “Next”

Selecione o Tipo de Instalação (Typical ou Custom) e clique em Next para continuar

Selecione o Servidor SQL server, caso não seja exibido e o Servidor SQL Server esteja instalado no mesmo servidor, informe localhost e clique em “Next para continuar”

Informe o Nome da Sua Empresa

Clique em “Browse” (na tela acima) e selecione o ISO do seu País. Nesse caso selecionamos infelizmente o Brasil, após a seleção clique em “OK”

Ao concluir a escolha do ISO, clique em Next

Na Tela Seguinte, vai ser solicitado se você deseja participar do “Customer Experience Improvement” para ajudar na qualidade, melhoria, etc do CRM. Recomendamos que você participe.

Agora nesse passo, informe o local de instalação do CRM e em seguida clique em Next para continuar

Selecione o Website que vai rodar o Microsoft CRM ou crie um servidor em uma porta específica. e clique em Next para continuar

Informe o URL do SQL Server Reporting Services e clique em Next

Selecione a Unidade Organizacional do Active Directory clicando em “Browse…” (Veja imagem abaixo)

Selecione a Unidade Organizacional e clique em OK. e em Next (da tela acima)

Informa a Conta de Segurança usada pelo Microsoft Dynamics CRM services e clique em Next para continuar.

O servidor de email é opcional, podemos clicar em Next. será mostrado um mensagem informando que temos a opção de configurar o servidor de email depois da instalação.

Vai ser efetuado uma verificação dos Requisitos do Sistema, se estiver tudo Ok, clique em Next para continuar

Será exibido um Resumo da instalação, clique em Next se estiver tudo ok (Ou Back para corrigir)

aguarde a instalação do Microsoft Dynamics CRM 4.0…..

Pronto… Instalado !! Agora você deve reiniciar o servidor

Pacote de Linguagem pt-br ( http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=50761e58-6040-4cf3-853a-f5ab535f7194&displayLang=pt-br )

Microsoft Dynamics CRM Instalado (em português)

January 19, 2011

Microsoft lança globalmente o Microsoft Dynamics CRM Online

A Microsoft anuncia a disponibilidade mundial do Microsoft Dynamics CRM Online, a versão em nuvem do novo Microsoft Dynamics CRM 2011. O serviço oferece uma experiência familiar, inteligente e conectada para promover o aumento da produtividade dos setores de vendas, serviços e marketing das empresas. Já as versões on-premise e hosteada em parceiros do Microsoft Dynamics CRM 2011 estarão disponíveis globalmente no dia 28 de fevereiro de 2011.

O Microsoft Dynamics CRM Online está sendo lançado pela primeira vez fora da América do Norte em 40 mercados e 41 idiomas. O produto está disponível hoje por um preço promocional de US$ 34 por usuário por mês nos primeiros 12 meses, para os clientes que aderirem até o dia 30 de junho de 2011. As empresas poderão acessar uma versão de testes gratuita do produto no site http://crm.dynamics.com.

“O lançamento do Microsoft Dynamics CRM Online complementa a estratégia de Cloud Computing da Microsoft no Brasil. Queremos oferecer opções de escolha e flexibilidade para nossos clientes corporativos que contam com um produto fácil de usar e que possibilita colaboração e racionalização de processos, além de acesso a dados em tempo real”, afirma Mauricio Prado Silva, gerente geral da Divisão da Microsoft Business Solutions da Microsoft Brasil. “Uma das grandes vantagens do produto é permitir a adoção pelas empresas de modelos híbridos, com a opção de manter as informações nos servidores internos ou com a hospedagem em nuvem”, destaca o executivo.

De acordo com o relatório IDC Brazil CRM Applications Tracker 1H10 o mercado brasileiro de CRM deverá manter seu ritmo de crescimento até 2014 acima da casa de dois dígitos. O relatório também prevê que o modelo de CRM por assinatura, que hoje representa cerca de 6% do mercado, aumente sua participação de forma significativa nos próximos anos. A IDC Brasil também aponta que durante o período analisado a Microsoft foi a empresa que mais ganhou market share no segmento de CRM em 2010.

Experiência familiar, inteligente e conectada

O Microsoft Dynamics CRM tem como objetivo fornecer o “Poder da Produtividade” por meio de uma experiência familiar, inteligente e conectada entre as pessoas de dentro e de fora de uma companhia:

Experiências familiares de vendas, serviços e usuários de marketing por meio da próxima geração do Microsoft Outlook, baseado em browser e com acesso remoto.

Experiências inteligentes por meio de processos de diálogos guiados, business intelligence para auxiliar na gestão de desempenho e definição de objetivos, fornecendo as mais atualizadas informações críticas para que os profissionais de vendas, serviços e marketing possam realizar seus trabalhos de forma mais eficaz.

Experiências conectadas por meio de uma plataforma flexível na nuvem, interoperabilidade com o Windows Azure e compatível com o Microsoft SharePoint e o novo Microsoft Dynamics Marketplace. Desta forma, os clientes podem customizar o Microsoft Dynamics CRM para atender as necessidades específicas de seus negócios.

O programa beta do Microsoft Dynamics CRM 2011 incluiu mais de 11.500 clientes e 2.000 parceiros, entre eles empresas que trocaram as soluções de concorrentes. A Magma Design Automation Inc., uma empresa de desenvolvimento de design automotivo de softwares, por exemplo, migrou de Salesforce.com para o Microsoft Dynamics CRM Online com objetivo de apoiar seus principais requisitos de negócios, incluindo uma melhor comunicação, compreensão e flexibilidade nos processos de mudança.

“Nós precisávamos de um sistema que fosse flexível o suficiente para aliviar as nossas demandas e necessidades específicas de negócios”, disse Vickie Flores, vice-presidente de Sistemas de Informação para a Magma Design Automation. “Com o Microsoft Dynamics CRM Online pudemos alterar rapidamente o nosso trabalho e processos empresariais. Facilitar a experiência dos usuários é prioridade para nós e a interface nativa do Outlook no Microsoft Dynamics CRM faz isto de uma forma extremamente simples, não ocorrendo um retrocesso no aprendizado do sistema”.

A Cerididian Corp., uma empresa de serviços em recursos humanos, transportes e mercado de varejo, também trocou uma solução do mercado pelo Microsoft Dynamics CRM para melhor atender suas expectativas de tecnologia e custos. O Microsoft Dynamics CRM permitiu ao Ceridian obter mais retorno sobre seus investimentos em tecnologia e reduzir custos. “O Microsoft Dynamics CRM 2011 forneceu à Ceridian um contact center que podemos implementar rapidamente e estender por diversas unidades de negócios, utilizando as ferramentas .NET e as habilidades dos nossos profissionais de TI”, destaca Mike Shea, chefe de operações da Ceridian.

Disponibilidade do Microsoft Dynamics CRM Online

O Microsoft Dynamics CRM Online está disponível, além do Brasil, nos mercados de países como Alemanha, Áustria, Austrália, Bélgica, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Chipre, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hong Kong, Hungria, Índia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, Malásia, México, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Polônia, Portugal, Porto Rico, Reino Unido, República Checa, Romênia, Singapura, Suécia, Suíça e Trinidad e Tobago.

O Microsoft Dynamics é uma linha de produtos que se pretende ser de fácil utilização, integrado e adaptável às aplicações ERP e CRM que permitem aos líderes empresariais responderem rapidamente às mudanças do mercado e as novas tendências. As soluções do Microsoft Dynamics são entregues por meio de uma rede mundial de parceiros que prestam serviços especializados.

* Em breve artigos sobre a instalação do CRM

December 22, 2010

Text Template Transformation Toolkit e ASP.NET MVC

Microsoft Visual Studio inclui um mecanismo de geração de código conhecido como T4 (que é a abreviação de texto modelo transformação Toolkit). Você provavelmente já usou T4 modelos no Visual Studio sem mesmo saber que estavam trabalhando nos bastidores. Este artigo vou para lhe fornecer uma introdução básica ao T4 modelos e mostrar como o ASP.NET MVC usa essa tecnologia. Também mostrarei como personalizar modelos T4 para aprimorar seu trabalho diário com a estrutura MVC.

A idéia básica por trás do modelo de Kit de ferramentas é analisar um arquivo de entrada e transformá-lo em um arquivo de saída. O arquivo de entrada é um modelo — um arquivo de texto com uma extensão de arquivo .tt. O arquivo de saída também conterá o texto e o texto pode ser translation from VPE for Csharp código, Visual Basic código, Web Forms código, marcação ou qualquer outra coisa que você precisa gerar.

A maneira mais fácil de ver T4 em ação é criar um novo projeto no Visual Studio. Eu vai ser Gerando código translation from VPE for Csharp neste artigo, para que você possa usar qualquer tipo de projeto que compila código translation from VPE for Csharp. Quando o projeto é aberto, clique com o botão direito do mouse no projeto e selecione Add | New Item. Selecione o arquivo de texto da caixa de diálogo Add New Item (não há nenhum modelo de item dedicado T4 no Visual Studio 2008, mas haverá em 2010) e nomeie o arquivo Simple.tt (Certifique-se de que você usa a extensão .tt). Assim que o arquivo é carregado para o projeto você imediatamente verá um arquivo Simple.cs aparecem atrás Simple.tt na janela Solution Explorer (consulte 1 Figura ).

Figura 1 translation from VPE for Csharp arquivo atrás de um modelo T4

Simple.tt e Simple.cs será iniciado como arquivos vazios. Se você clique com o botão direito do mouse no arquivo Simple.tt e selecione Propriedades, você verá que o Visual Studio atribuído TextTemplatingFileGenerator como a ferramenta personalizada para o arquivo (consulte do Figura 2). Esse gerador é o mecanismo de T4 transformará o arquivo de modelo em um arquivo de código translation from VPE for Csharp.

Figura 2 Propriedades do modelo T4

Para tornar o modelo de fazer algo interessante, adicione o seguinte código:

<#@ template language="c#v3.5" #>
<#@ assembly name="System.Web.Mvc.DLL" #>
<#@ import namespace="System.Web.Mvc" #>

public class Test
{
<# for(int i = 0; i < 5; i++) { #>
  public int Prop<#= i #> { get; set; }
<# } #>
}

O código começa com algumas diretivas. As diretivas permitem que você especificar a linguagem de programação para o modelo e incluir namespaces e assemblies necessários pelo código no modelo. Quero enfatizar que estou falando de configurações necessárias para executar código no modelo e não o código no projeto propriamente dito. Você também pode usar uma diretiva para especificar a extensão do arquivo de saída. O padrão é translation from VPE for Csharp, mas como mencionei anteriormente, você pode gerar código de Visual Basic, XML, HTML ou qualquer artefato textual.

As diretivas que estou usando informar ao mecanismo do modelo para usar o compilador translation from VPE for Csharp que vem com o Microsoft .NET Framework 3.5. Ela também informa o mecanismo de modelo para fazer referência ao assembly de ASP.NET MVC e para trazer o namespace System.Web.Mvc para o escopo. O MVC assembly e namespace não são realmente exigidos pelo código simples do modelo, mas eu os colocar no modelo como exemplo.

Após as diretivas, o texto que você vê que não é entre < # e # > delimitadores é colocado textual no arquivo de saída. O texto entre < # e # > é translation from VPE for Csharp código. O mecanismo de modelo irá analisar o código e adicioná-lo a uma classe para execução (uma classe, por fim, derivada da classe TextTransformation no conjunto de módulos (assembly) Microsoft.VisualStudio.TextTemplating). Esse processo é semelhante ao processo de mecanismo do modo de exibição do ASP.NET onde o código e marcação em um arquivo .aspx são adicionados a uma classe, por fim, derivada do System.Web.UI.Page. Se você já foi escrevendo suas exibições do MVC usando o mecanismo de exibição de Web Forms, você se sentirá à vontade criando modelos. Em arquivos .aspx, você pode usar código translation from VPE for Csharp para gerar HTML. No meu arquivo .tt, estou usando código translation from VPE for Csharp para gerar código translation from VPE for Csharp.

O código que tenho em Simple.tt produzirá a seguinte saída translation from VPE for Csharp Simple.tt.cs:

public class Test
{
  public int Prop0 { get; set; }
  public int Prop1 { get; set; }
  public int Prop2 { get; set; }
  public int Prop3 { get; set; }
  public int Prop4 { get; set; }
}

Claro, a classe de teste é totalmente inútil e wholly desinteressantes, mas espero que ele lhe dá uma idéia das possibilidades existentes com modelos T4. Porque você estiver escrevendo um código translation from VPE for Csharp no modelo, você pode se conectar a bancos de dados, ler dados do sistema de arquivos, analisar XML ou usar qualquer classe do .NET para conectar-se e ler os metadados que existe em algum lugar no seu ambiente. Esses metadados, como um esquema de banco de dados ou os tipos de outro assembly, são informações que você pode usar para gerar classes. As classes se tornará parte do projeto atual, portanto, eles serão compilados no assembly atual e você pode usá-los em seu aplicativo.

Edição T4
Quando você está editando T4 modelos no Visual Studio, você não terá nenhuma ajuda dos serviços de linguagem no IDE, como o IntelliSense e realce de sintaxe. Há duas soluções para esse problema. Um é o editor Visual T4 disponibilizou Clarius Consulting (de visualt4.com ). Outra solução é o Editor T4 tangíveis da tangíveis Engineering (de t4 editor.tangible-engineering.com ).

Com um entendimento básico de como os modelos T4 funcionam, let’s Observe como o MVC framework usa modelos T4.

T4 no ASP.NET MVC

Você estava usando modelos T4 toda vez que você utilizou o Adicionar modo de exibição ou o controlador adicionar recursos em um projeto ASP.NET MVC. Esses modelos estão localizados na instalação do Visual Studio dentro da pasta de 2\CodeTemplates Common7\IDE\ItemTemplates\CSharp\Web\MVC. Também existem versões do Visual Basic do modelo, mas deixarei isso como um exercício para o leitor para deduzir o nome da pasta.

Os modelos em si fornecem uma excelente educação sobre o valor e os recursos do T4. Por exemplo, aqui está um trecho da List.tt na subpasta AddView da CodeTemplates:

if(!String.IsNullOrEmpty(mvcViewDataTypeGenericString)) {
  Dictionary<string, string> properties =
    new Dictionary<string, string>();
  FilterProperties(mvcHost.ViewDataType, properties);
#>
  <table>
    <tr>
      <th></th>
<#
  foreach(KeyValuePair<string, string> property in properties) {
#>
      <th>
        <#= property.Key #>
      </th>
<#
  }
#>

O trabalho de List.tt é produzir um arquivo .aspx que exibirá uma coleção de objetos do modelo em formato tabular. No modelo você pode ver a tabela, tr e th marcas que estão sendo gravadas. Para produzir o arquivo .aspx o modelo precisa de algumas informações contextuais, como o nome da página mestra deve usar e o tipo de modelo. O modelo pode recuperar essas informações de seu objeto de host. O objeto host fica entre um modelo e o mecanismo T4 e pode dar um modelo de acesso a recursos (como arquivos locais) e das configurações do ambiente. Normalmente, o host é o Visual Studio, mas a equipe de MVC criou um host personalizado do tipo MvcTextTemplateHost no conjunto de módulos (assembly) Microsoft.VisualStudio.Web.Extensions. É esse objeto de host personalizado que carrega consigo informações digitadas nas caixas de diálogo Adicionar controladora e adicionar modo de exibição, que são as coisas mais próximos que você encontrará a assistentes em um projeto do MVC.

List.TT irá executar um loop através da exibição Propriedades do objeto com rigidez de tipos de modelo e criar uma tabela com uma coluna para cada propriedade. O modelo usa a reflexão para descobrir as propriedades disponíveis do modelo em um método FilterProperties. FilterProperties é um método auxiliar posteriormente definido no arquivo de modelo. O modelo também configura os links para navegar até as ações de edição e detalhes e configura as diretivas apropriadas @ Page ou @ Control para .aspx, dependendo se você estiver criando um modo de exibição ou um modo de exibição parcial.

Quando terminar o modelo em execução, você terá um novo .aspx exiba com tudo o que é necessário para exibir uma coleção de objetos do modelo. Provavelmente você ir para o arquivo .aspx e realizar alguns ajustes para o modo de exibição consistente com a aparência dos modos de exibição no restante do seu aplicativo.

Se você achar que está sempre fazendo as mesmas alterações para esses modos de exibição gerados (ou o código de controlador gerado pelo Controller.tt), você pode economizar tempo, modificando os modelos em si. Por exemplo, você poderia modificar os modelos internos para adicionar atributos de classe para regras de estilo que você usar no seu projeto, ou talvez algo ainda mais drásticas. Tenha em mente que modificar os arquivos de modelo no diretório de instalação do Visual Studio irão alterar o código gerado em todos os projetos que você trabalha com em seu computador. Se você desejar alterar o código gerado para um único projeto, você pode fazer isso, muito.

Personalização de T4-projeto

Se você desejar versões personalizadas dos modelos de geração de código em uma base per project, sua primeira etapa é copiar a pasta CodeTemplates da instalação do Visual Studio e colá-lo na raiz do seu projeto ASP.NET MVC. Você Don precisa copiar todos os modelos em seu projeto, no entanto. Você pode copiar apenas os modelos que você deseja modificar. Há um total de seis modelos de geração de código MVC, um para adicionar um controlador (Controller.tt) e cinco para adicionando modos de exibição (List.tt Create.tt, Empty.tt Details.tt, Edit.tt,). Se existir um modelo no seu projeto, ele substituirá o modelo no diretório de instalação do Visual Studio.

Quando você adiciona um arquivo .tt a uma solução do Visual Studio, o IDE atribuirá automaticamente o arquivo .tt uma configuração de ferramenta personalizada de TextTemplatingFileGenerator. Você já viu esse comportamento se você criou o modelo Simple.tt discutido anteriormente. No entanto, isso não é a configuração correta para os modelos de T4 MVC. As ferramentas MVC para o Visual Studio irão chamar esses modelos em momentos apropriados e criar o objeto MvcTextTemplateHost especial durante o processamento do modelo. Assim, após copiar os modelos em seu projeto, a segunda etapa é abrir a janela de propriedades para cada arquivo de modelo e remover a configuração da ferramenta personalizada (deixe em branco configuração). Neste ponto, você estará pronto para personalizar seus modelos.

Propriedades MvcTextTemplateHost
Observe que nem todas as propriedades no objeto MvcTextTemplateHost estão disponíveis para cada contexto. Os modelos executar ao chamar Adicionar modo de exibição e Controller adicionar itens de menu de contexto. A propriedade Namespace está disponível para os dois essas operações e será definida como o valor apropriado. A propriedade de página mestre, no entanto, só é definida como um valor válido durante uma operação Adicionar modo de exibição e irá conter o valor inserido para o nome da página mestre na caixa de diálogo Adicionar modo de exibição pelo usuário.

Como exemplo, let’s que você não quiser que os controladores de uma ação de índice. Você preferir usar uma ação padrão denominada lista. Você pode abrir o modelo Controller.tt na pasta CodeTemplates\AddController e alterar a área adequada do código para a seguinte aparência:

public class <#= mvcHost.ControllerName #> : Controller
{
  // GET: /<#= mvcHost.ControllerRootName #>/

  public ActionResult List()
  {
    return View();
  }
...

Esta é uma alteração simples para fazer, mas ele pode salvar você e sua equipe um pouco de tempo durante a vida útil de um projeto grande.

Um passo adiante — T4MVC

No segundo semestre de 2009, David Ebbo da equipe do ASP.NET criado T4MVC, um modelo T4 projetado para gerar auxiliares com rigidez de tipos em um aplicativo ASP.NET MVC. Ebbo tem refinado o modelo ao longo do tempo e você agora pode baixá-la de aspnet.codeplex.com/wikipage?title=T4mvc.

O modelo T4MVC é um modelo T4 tradicional. Adicione T4MVC.tt e seu arquivo de configurações associadas (T4MVC.settings.t4) a seu projeto e ele usará a ferramenta personalizada TextTemplatingFileGenerator para gerar código translation from VPE for Csharp. T4MVC ajudará você a eliminar muitos dos literais da cadeia de caracteres magic do seu aplicativo MVC. Por exemplo, um dos trabalhos que fará o modelo é verificar as pastas de conteúdo e scripts em seu projeto e gerar classes com propriedades estáticas para representar cada script e parte do conteúdo.

O código gerado significa que você pode processar a exibição de parcial LogOnUserControl fornecida pelo projeto do MVC padrão com este código:

<% Html.RenderPartial(MVC.Shared.Views.LogOnUserControl); %>

Anteriormente você seria tiver usado um literal de cadeia de caracteres:

<% Html.RenderPartial("LogOnUserControl"); %>

Se alguém renomeia, move ou exclui o LogonUserControl, o código com rigidez de tipos produzirá um erro de compilação quando compila o modo de exibição. Juntamente com rigidez acesso a modos de exibição e modos de exibição parciais, o modelo T4MVC também oferece com rigidez de tipos de acesso a todos os arquivos dentro de suas pastas de conteúdo e scripts e com rigidez de tipos acesso a controladores e ações do controlador.

Você pode usar as classes geradas T4MVC durante a criação de links de ação, retornando resultados de modo de exibição e mesmo quando a tabela de roteamento para um aplicativo de criação. Observe que, quando você adiciona pela primeira vez T4MVC para seu projeto, você verá alguns avisos gerados na janela de lista de erros do IDE. Esses avisos são apenas T4MVC informando você sobre alguns altera está sendo aplicada ao seu código. A maioria dessas alterações são nada que altere o comportamento do seu aplicativo; os modelos T4MVC basta adicionar algumas palavras-chave parcial a definições de classes do controlador e também fará com que os métodos de ação não-virtuais virtual.

Mais fácil de manter

T4 é um tesouro maravilhoso dentro do Visual Studio mas ainda não falha. Este artigo fornece tudo o que você precisa para começar a usar modelos personalizados para seu projeto ASP.NET MVC. Felizmente, você pode encontrar alguns usos para modelos T4 outside of seu projeto de aplicativo da Web, muito. Você deve também testar modelos T4MVC em seu projeto, como eles tornam o seu código mais fácil de manter e refatorar. T4 tecnologia no futuro, é ainda melhor no Visual Studio 2010 com a adição de modelos de item dedicado e pre-compiled modelos.

September 22, 2010

Me emocionei com a Caganeira dela…

Não paro de ver esse vídeo… ñ paro de rir…

Quando foi de madrugada, eu me levantei com uma caganeira….”

September 13, 2010

Clube Social

Clube Social

PERSONALIDADE ANTISSOCIAL

A Característica principal dos portadores é a total falta de consideração pelos direitos dos outros e pelas regras sociais básicas. Não sentem ansiedade nem culpa

SOCIOPATA

O indivíduo sociopata não tem consciência nenhuma – se tem, ele a neutraliza. Suas necessidades são prioridade, e ele se aproveita dos outros com a ideia distorcida de que está fazendo o bem.

PSICOPATA

Além das características dos distúrbios anteriores, o psicopata combina comportamentos egocêntricos, impulsivos e emoções rasas. A Falta de empatia, culpa e remorso são complementadas por uma personalidade manipulativa e mentiras patológicas. Têm desejo por poder e controle, usando charme intimidação, violência e o que mais precisar para obtê-los